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Caixa impõe restrições a projetos

A Caixa Econômica Federal só vai aprovar projetos em terrenos que sejam dotados de infraestrutura como água, luz e esgotamento sanitário. Segundo o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Adelson Prata, a Caixa tem contado com o apoio do Governo da Bahia para dotar os terrenos de infraestrutura. Ele revelou que a maioria dos terrenos é voltada para os empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida, situados na Região Metropolitana de Salvador.

“A Caixa só irá efetuar a contratação de unidades habitacionais em locais que disponham de infraestrutura básica para moradia. O governo do estado tem sido parceiro”, cita o gerencia regional.

Prata destacou que a estimativa de entrega de imóveis para este ano está na faixa das 50 mil unidades, todas do Minha Casa, Minha Vida. Ele lembrou que no ano passado, a Caixa efetivou a contratação recorde de mais de 101 mil unidades na Bahia. Ele revela que no momento está aguardando a contratação de imóveis para famílias com orçamento de zero a três salários mínimos, que deve se concretizar ainda no meio deste ano.

“Trata-se da segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida, com imóveis a valores de até R$ 46 mil, que recebem subsídios governamentais. Entretanto os imóveis para famílias de renda de três a dez salários mínimos, entre janeiro e maio deste ano, fechamos até agora contratações para 5 mil unidades”, diz.

Déficit - Adelson Prata citou o déficit habitacional do estado. Segundo ele são 600 mil unidades na Bahia e pelo menos 120 mil em Salvador.

Recentemente, a 7ª edição do Feirão Caixa da Casa Própria contabilizou mais de R$ 500 milhões e formalizou 5,3 mil negócios. Os números superaram a edição de 2010, que era considerada recorde pela Caixa, com a concretização de 4,6 mil negócios e volume de R$ 400 milhões.

Em 2010 a Caixa Econômica Federal encerrou o ano computando um saldo de R$ 70 bilhões em financiamento habitacional e ele acredita que neste ano o número seja superado. “Estimamos que os negócios efetuados em 2011 superem os números de 2010”, alerta.

Foto ilustrativa
O vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, CBIC, Luiz Augusto Amoedo, considera positiva a iniciativa da Caixa em construir em terrenos dotados de infraestrutura. “Se a iniciativa privada realizasse os projetos estruturantes, estes custos seriam repassados ao comprador, o que aumentaria os custos do imóvel.

Já o governo, dotando de luz, água e esgoto, facilita às pessoas o acesso ao imóvel. Nas regiões mais distantes em que estão sendo realizadas as construções, as pessoas de menor poder aquisitivo estão adquirindo imóveis”, avalia.

Amoedo diz que o sonho de quem adquire um imóvel só se concretiza quando ocorre a entrega das chaves. “Esse é o grande momento da realização.

Neste ano o mercado atrasou os lançamentos de empreendimentos, mas acreditamos que eles sejam lançados no segundo semestre quando se realiza o Salão Imobiliário, promovido pela Ademi. Acredito que a marca de 15 mil lançamentos seja superada neste ano, pois o mercado imobiliário está bastante aquecido”, avisa.
Medidas para conter o real

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse nesta segunda-feira, 23, que o governo tem estudado “um conjunto de medidas mitigatórias” para tentar reverter a tendência de valorização do real e seu impacto sobre a indústria brasileira.

Coutinho, que participa do seminário “O Dinamismo do Crescimento em Questão”, promovido pela Internews, não adiantou detalhes do conjunto de medidas, ponderando que elas ainda estão sendo formuladas.

O presidente do BNDES ressaltou que o mercado não deve tomar a tendência de valorização do câmbio como “irreversível”. Ele reconheceu que o Brasil tem grande capacidade de atração de recursos externos, mas que o mercado, especialmente a indústria, deve ter em mente que este é “o momento mais agudo” da trajetória cambial. Mas, segundo ele, essa tendência pode ser corrigida.

Coutinho reforçou que o governo Dilma Rousseff está trabalhando para mitigar as pressões cambiais de curto prazo e pediu que a indústria pense no longo prazo e que continue a gerar empregos já que é possível uma mudança na trajetória cambial.
Tribuna da Bahia Online

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