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Bolsa de Valores pode surpreender no segundo semestre, dizem analistas

Embora o cenário internacional não dê sinais de reversão – haja vista as turbulências na Grécia -, alguns analistas ouvidos pela Tribuna assinalam de que o mercado de ações pode se recuperar. A tese está longe de ser unanimidade, mas entre seus defensores tem conselheiro baiano Paulo Dantas, do Conselho Federal de Economia, para quem por já ter experimentado uma forte queda no primeiro semestre, a bolsa brasileira pode vir a subir. A retomada seria puxada pelas chamadas blue chips, grupo das ações mais importantes. “Os ativos brasileiros estão muito baratos. Do meio para o final do semestre poderá ter uma recuperada”, concorda Adriano Moreno, estrategista da Futura Investimentos. “A ação da Petrobras está na hora de voltar a subir”, acrescenta Paulo Dantas. Para os analistas do mercado, indefinições quanto ao marco regulatório do pré-sal pressionaram os papeis da empresa para baixo, mas quando as regras forem clareadas, a tendência é que as perspectivas de lucro das megas-reserva atraiam a volta de muitos investidores. O gerente de Mercado para Pessoa Física do Banco do Brasil na Bahia, Nilberto Santos, argumenta que mesmo no primeiro semestre nem todos os fundos vinculados à Bolsa – as perdas maiores ficaram com fundos vinculados ao Índice da Bovespa. “O BB ações tecnologia rendeu 8.12% e o BB ações construção civil, 10.31%”, argumentou “A médio prazo, a tendência é que a bolsa se recupere.

Se não for este ano, deve ser no próximo”, pondera Miguel vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Dívida externa do país aumenta 43 por cento
Passado o impacto mais agudo da crise internacional, a recuperação da economia brasileira provocou um efeito colateral ainda pouco comentado e compreendido: a alta mais acelerada da dívida externa desde o Plano Real.

Ou, mais exatamente, desde que, em 1994, às vésperas do lançamento da atual moeda, foi fechado o acordo com os credores para normalizar os pagamentos e reabrir o mercado global de crédito para o governo brasileiro e para as empresas do país. Do final do ano retrasado para cá, a dívida externa conjunta de empresas, administrações públicas e famílias cresceu 43%. A taxa supera a expansão ao longo dos 15 anos anteriores, de 34%.

Imagem Ilustrativa
Se as consequências dessa escalada ainda não estão claras, as causas são fáceis de explicar: no mundo desenvolvido, as taxas de juros despencaram para reativar a produção e o consumo; no Brasil, os investimentos públicos e privados tiveram uma forte retomada. O cenário criado após o terremoto financeiro de 2008-2009 estimulou bancos e empresas do setor produtivo a buscar empréstimos e financiamentos no mercado internacional para aplicar e investir no mercado doméstico -no qual a oferta de recursos é escassa e os juros são os mais altos do planeta.

Estrangeiro qualificado sofre por visto
Apesar do déficit de profissionais qualificados e do maior interesse de estrangeiros em migrar para o Brasil, empresários, trabalhadores, recrutadores e estudantes reclamam de um mesmo entrave: a burocracia para vistos.

Em razão disso, o país, entre as grandes economias, é um dos que têm menor entrada de profissionais de fora. De 2006 a 2010, o número de vistos concedidos a trabalhadores estrangeiros mais que dobrou. Mas é extremamente baixo em comparação a outros países, segundo dados levantados pela empresa de recrutamento Robert Half a pedido da Folha.

Tribuna da Bahia Online

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