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Classe C vai às compras pela Internet

A pesquisa Desempenho do varejo virtual versus físico revela que 21% dos entrevistados que compraram em lojas virtuais pertencem à classe C, enquanto 79% são das classes A e B.

Esse é um dos dados levantados pelo estudo quantitativo que integra a série Análise do varejo nacional: desafios e oportunidades.

Baseada em entrevistas telefônicas, a pesquisa contou com a participação de 520 pessoas das classes A, B e C, acima de 18 anos e residentes em São Paulo (capital) e nas cidades de Catanduva (SP), Apucarana (PR) e Patos de Minas (MG) – cidades com mais de 100 mil habitantes e distantes cerca de 300 quilômetros da capital.

Entre os critérios de seleção de entrevistados, o fato de terem comprado, em loja física ou virtual, eletroeletrônico, eletrodoméstico, equipamentos de informática ou celulares nos últimos três meses. A pesquisa foi desenvolvida pela Officina Sophia Retail entre os dias 1 e 6 de dezembro de 2012.

O estudo revela que nas cidades do interior o canal on-line tende a apresentar um tíquete médio superior ao das lojas físicas: R$1.400,80 contra R$1.151,90 respectivamente. O dado indica que pode haver oferta insuficiente de produtos de maior valor agregado nas lojas físicas das cidades do interior.

Quanto à escolha de lojas, 63% optam por grandes redes de varejo tanto para compras on-line como no varejo físico; redes como Casas Bahia, Magazine Luiza, Pernambucanas, entre outras. Quanto ao gênero, entre os entrevistados que são clientes do canal on-line, 44% são homens; nas lojas físicas, os consumidores masculinos são 34% – revelando a preferência dos homens pelo e-commerce, pela praticidade e comodidade.

O estudo revelou que entre os compradores do varejo físico, 55% realizaram pesquisas antes de concluir a compra; em São Paulo (capital), 70% dos entrevistados pesquisaram em lojas físicas e 38% em canais on-line. No interior, 81% pesquisaram em lojas físicas e 26% nos canais on-line.

Entre os consumidores do varejo virtual, em São Paulo (capital), 67% dos compradores pesquisaram antes de efetivar a compra: 76% na internet e 37% em lojas. No interior, 69% dos compradores on-line fizeram pesquisas, sendo 72% na internet e 42% em lojas convencionais.

Segundo Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail e coordenadora do estudo, à medida que o consumidor brasileiro inicia a experiência no e-commerce, ele tende a abandonar a loja física como referência para preços e produtos. “Embora a decisão de compra da maioria dos consumidores ainda recaia pela loja física, a pesquisa mostra que os canais on-line têm se destacado como importante fonte de informação para a comparação de preços, produtos e marcas”, afirma Valéria.

Razões para a mudança

Características como comodidade, praticidade e o ingresso de grandes redes no varejo virtual têm sido determinantes para que o consumidor brasileiro opte pelo ambiente on-line de compras. Em São Paulo, na capital, 70% dos consumidores de e-commerce fizeram a compra em estabelecimentos que mantêm lojas físicas. A opção pelo virtual ocorreu, para 63% dos entrevistados, mais pela praticidade que pela simples comparação de preço (18%).

“Isso revela que a tendência é que a compra on-line se torne um hábito, pois neste momento está mais relacionada à experiência de compra do que à oportunidade, por uma eventual oferta ou promoção momentânea”, salienta Valéria.

Nas cidades do interior, 51% dos entrevistados compraram em lojas virtuais de marcas que possuem estabelecimentos comerciais físicos nas suas cidades ou em municípios próximos. Em contrapartida, 49% dos entrevistados compraram em lojas que mantêm somente o canal virtual – entre as mais citadas, Submarino e Shoptime. O dado revela que o chamado varejo on-line puro tem ocupado o espaço de lojas físicas em cidades com menor variedade de players (lojas físicas).

Nível de satisfação do consumidor

O estudo mostrou que a satisfação com a experiência de compra é superior nos varejos on-line, ou seja, 49% dos consumidores se declararam encantados. No varejo físico, o índice de encantamento é de 43%. A análise dos insatisfeitos mostra que 17% dos entrevistados não está satisfeita com a experiência de compra no canal físico contra 11% de insatisfação no canal virtual.

“Esse dado revela um alto risco para o canal físico, pois o consumidor insatisfeito pode migrar para o on-line. A pesquisa mostra, inclusive, que 29% dos entrevistados que realizaram a última compra em loja física já compraram anteriormente produtos como eletroeletrônico, celular e equipamentos de informática pelo e-commerce. Na prática, embora sejam consumidores efetivos das lojas físicas, já experimentaram o e-commerce em algum momento”, ressalta a executiva.

77% dos entrevistados optaram pelo canal on-line motivados pelo desejo de ter um produto mais moderno; entre os consumidores das lojas físicas, esse desejo de modernização não é tão latente. Entre os consumidores do canal físico, 42% compraram motivados pela necessidade de troca de um produto quebrado ou sem condições de uso. “É notório que o canal on-line é mais eficiente entre os consumidores que buscam novidades”, analisa Valéria.

Quando questionados sobre os três fatores mais motivadores para a escolha do canal, os entrevistados que compraram em lojas físicas elegeram a entrega / retirada imediata (28%); o preço (26%); e a melhor visualização do produto (20%). Os compradores do canal on-line, elegeram a praticidade (59%); o preço baixo (21%); e o fato de não ter encontrado o produto desejado na loja física (9%).

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/01/03/classe-c-vai-as-compras-pela-internet

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